Longevidade dos casamentos

A Folha Online publicou hoje pesquisa da Universidade Australiana Nacional, realizada com 2500 casais para saber o que os levava a continuarem juntos. A pesquisa considerou os casais casados oficialmente e os casados não oficialmente também, entre 2005 e 2007. Dentre os fatores mais interessantes para a separação está o das mulheres que desejam filhos e seus maridos não; parceiros que estejam no segundo ou terceiro casamento têm espantosos 90% de chances a mais de separar-se do que os que estão na primeira união; o fator econômico também aparece: 16% dos casais pobres separam porque têm problemas de dinheiro ou perda de emprego, enquanto entre os estáveis economicamente  só 9% se separam. Por último, o cigarro: muitos acabam fora do casamento por motivo de vício do parceiro.

Com Reuters

Uma resposta

  1. Não há contratos perfeitos.
    Contratos, há vários tipos no nosso dia-a-dia de` ser social` e o casamento tradicional não deixa de ser um a mais entre tantos (refiro-me ao conceito dogmático de casamento quanto tradicional); digo tradicional porque sinto-me casado, e muito bem casado num contrato de “vida em pecado” onde o diálogo, a busca pelo outro, a soma de nós dois trazem a este contrato o dinamismo necessário para continuarmos apaixonados.
    Vivo este doce pecado há 14 anos, 04 meses e 21 dias e sempre que questionados porque não nos casamos dizíamos: “porque viver pecado é bom!”. O tempo passou e os nossos críticos (ou observadores, ou seguidores, ou sei lá o quê) começaram a cobrar filhos – sim, somos um casal sem filho.

Deixe uma resposta