Suspense. Com Nicolas Cage e Rose Byrne
Diretor: Alex Proyas
Sinopse: alunos de uma escola americana enterram uma cápsula do tempo (um artefato metálico) contendo desenhos das crianças com a intenção de mostrar a vida daquela época a coleguinhas do futuro. Em meio aos desenhos, há um papel que ao invés de desenhos tem somente códigos, que quando decifrados, re
velarão tragédias para a humanidade.
O Nicolas Cage que hoje vemos hoje nas telas em nada remete ao ator visceral e atlético de produções passadas. Magro e com uma calvície que tenta disfarçar com apliques e tinturas, parece uma caricatura de si mesmo. Seu declínio físico e de suas últimas atuações faz lembrar Antônio Banderas, que padece do mesmo mal. Parece que Hollywood fechou as portas das boas produções para ambos, fazendo com que hoje peguem qualquer papel que lhes ofereça algum trocado. O diretor Alex Proyas, grego naturalizado Australiano, de produções interessantes como O Corvo, Eu Robô e Cidade das Sombras acerta no rítmo de suspense até o meio da projeção e erra no exagero de efeitos especiais dali em diante. Se tivesse mostrado menos e insinuado mais, poderia ter conseguido fazer um filme instigante apesar do roteiro simplista. Só vale a ida ao cinema se o espectador for fâ incondicional de Cage, perdoe os deslizes da produção e não tenha mesmo outra opção de filme para assistir.
Arquivado em: Filmes, News | Etiquetado: Alex Proyas, estréias cinema, Nicolas Cage, Presságio, suspense
















