De David Fincher / Com Brad Pitt e Cate Blanchett
Sinopse: Fábula. Ao contrário de todos nós, Benjamin Button nasceu idoso e à medida que o tempo passa, fica cada vez mais jovem. Ao encontrar o seu grande amor, vive o dilema de não poder constituir família, por conta do seu problema. A história de suas vidas é contada numa New Orleans de 1918 até os dias de hoje, na véspera da chegada do furacão Katrina, que praticamente a destruiu.
O diretor David Fincher foi extremamente ambicioso ao realizar este filme, baseado em um conto de Scott Fitzgerald (roteiro de Eric Roth – de Forest Gump). “O Curioso caso de Benjamin Button” que mostra o envelhecimento dos seus personagens e o rejuvenecimento de Benjamin Button ao longo de suas vidas, só convence porque hoje os recursos de computação e maquiagem beiram a perfeição. Se Fincher fizesse o filme há 20 anos atrás, ficaria ridículo. A estrutura narrativa lembra a de ”Titanic”, com uma personagem idosa narrando a sua vida em “off”. Brad Pitt, parceiro de Fincher no projeto — e personagem de 2 outras produções do diretor — é o ator principal. Pitt tem sua performance prejudicada por estar quase todo o tempo embaixo de muita maquiagem e máscaras de borracha. Sobrou a sua (ótima) expressão corporal. Já Cate Blanchett dá um show de versatilidade, mostrando que além de atriz, é também ótima bailarina. Mas, o melhor deste filme é a direção de arte, fotografia e efeitos especiais, que recriam as décadas de vida dos personagens com precisão. Apesar de monótono (principalmente para as platéias mais jovens) é um bom filme, que nos faz refletir sobre o desejo de eternizar a juventude e sobre a irreversibilidade da morte. Apesar tantos pontos favoráveis, duas horas e meia de projeção são excessivos, mesmo para o mais paciente dos espectadores.
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olha, eu gostei muito do blog de vc’s…
sou solteira, ainda não tenhos filhos e no momento, não pretendo ter. embora adotar uma criança seja uma idéia bacana e humana!
mas sei como é ser visto como se fosse ET qdo se diz que não pretende ter filhos hejheheh
tenho um gato e o considero como filho: tiro pulgas, dou comida, banho… kkkkk
bjOs!
olá…
bem, queria ter a oportunidade de um contato com você(s) por conta de uma pesquisa acadêmica que estou realizando no momento a respeito justamente do tema “casais sem filhos”.
procurei na internet várias coisas e achei o blog o melhor material dentre os queia eu achei na internet por vários motivos.
gostaria de conversar com você(s) e também pedir permissão de usar algumas materias postadas aqui.
espero que vejam meu recado logo.
agradeço pela atenção.
Bem, eu tenho uma boa resposta, dizer assim: quando eu tiver andando de porsche e meu namorado de ferrari e ainda tivermos um helicoptero e um hiato, daí a gente arruma um filho