Humor – tipos de crianças

Apesar de opiniões divergentes, a criança não deixa de ser um adulto em miniatura, porém mais bonito, com menos vocabulário e às vezes com menos dentes. É claro que pelo pouco tempo de vida também têm menos defeitos que os mais velhos. Por outro lado, têm grande inteligência e podem manipular os pais desde a mais tenra idade sem que eles percebam (conseguem presentes caríssimos, que abandonam em seguida, em geral, simplesmente pelo motivo de outra novidade ter surgido na TV ou na internet). Por não terem ainda se submetido às intempéries da vida (sol, vento, calor, frio, multas de trânsito, IPTU, IPVA, casamento, dívidas no banco, malha fina do imposto de renda, etc.) possuem ótima pele e expressões mais felizes do que as dos adultos. Existem vários tipos delas, mas vamos citar apenas alguns:

1- Clone- são aquelas que imitam e mostram para as visitas as performances de artistas da tv. 2- Rompe-tímpano – são as que conseguem tudo no grito (sempre acima do máximo suportável: 85 decibéis) 3- Sujinhas – evitam o banho a todo custo. 4- Independentes – fogem da presença  dos pais o tempo todo, correndo sem direção pelos Shoppings. 5- Cdfs – são as que tiram notas altas sem parar, se distanciando assim de todos os pequenos seres humanos do colégio. 6- Chantagistas – só fazem o que os pais mandam se obtiverem algo em troca. 7- Atléticas – usam camisa do time do pai desde pequenas, fazem judô, karatê, etc. 8- Bailarinas – 99% das meninas de classe média alta têm aula de balé, simplesmente porque a mãe acha chic. 9- Loucas – são aquelas imprevisíveis, que podem ir do choro à risada em menos de 1 minuto. 10- Metidas – ignoram as visitas e em geral e não sorriem para ninguém que não seja criança ou que não seja da sua classe social. 11- Hipnóticas – são aquelas que não largam aqueles joguinhos digitais portáteis nem para ir ao banheiro. 12- Mcmaníacas – são as que só saem se tiver aquela passadinha no Mc Donald’s e se houver alguma promoção de bonequinhos (pagos à parte) os pais têm de comprar, senão tem berreiro ou bico. 13- Replay- se gostam de alguma coisa que você falou ou história que você contou, querem que você repita umas 20 vezes, no mínimo.

SÃO PAULO – Casais que atuam na mesma profissão e empresa têm menos conflitos.

“A conclusão faz parte de um estudo realizado pela ISMA-BR, associação internacional que se dedica à prevenção e ao tratamento do estresse, com 608 casais de Porto Alegre e São Paulo, com idade média de 38 anos. “O que a gente fez foi analisar se fazia diferença estar na mesma empresa ou ocupação para diminuir o conflito entre o trabalho e a família”, explicou a presidente da associação, Ana Maria Rossi.

De acordo com os dados, 80% dos casais da mesma ocupação e empresa lidam melhor com a demanda, se dão mais apoio e têm menos desgaste emocional. Os mesmos pontos são observados em 63% dos que têm diferentes ocupações e estão na mesma empresa. Já 52% dos que têm mesma ocupação, mas trabalham em locais distintos deram a resposta. Entre os que têm ocupação diferente e estão em empresas diferentes, esse percentual foi de 37%.

O lado negativo Mas quando passam por algum problema, casais com mesma ocupação, que convivem na mesma empresa, tendem a trazê-lo para a vida profissional. Essa foi a resposta de 11% dos entrevistados nessas condições.

“Um outro ponto negativo é que eles passam mais horas no trabalho. Eles ficam 12 horas por dia na empresa, mas a qualidade do tempo não é muito gratificante. Falam muito sobre trabalho, mas não sobre a relação deles”, afirmou a presidente da associação.

A título de comparação, casais de diferentes ocupações e da mesma empresa passam uma média de 10 horas no trabalho. Aqueles da mesma ocupação e de empresas diferentes destinam a mesma quantidade de horas por dia para o trabalho. Casais sem relação nenhuma de profissão e emprego passam nove horas, em média, no trabalho.

O que leva ao conflito? Cobrança. É por este motivo que os casais costumam brigar, quando o assunto é o trabalho. “Existe cobrança sobre a ausência, sobre coisas que o parceiro não está fazendo. Existem diferentes expectativas em cima do comportamento do outro”, disse Ana Maria, quanto ao que mais provoca conflitos entre casais.

Ainda existe outro ponto que é o comportamento considerado comum a um profissional, devido à ocupação que tem. “Um cirurgião tem maneira seca e ríspida de se manifestar. Mas uma pessoa de outra ocupação pode não gostar disso. Quem está na mesma ocupação aceita porque acha normal”.

Diante desta situação, cabe ao parceiro atentar aos vícios de comportamento do outro. Já a pessoa que tem estes hábitos deve se tornar mais consciente disso e mais sensível à reação do(a) companheiro(a).”

msn – reprodução de artigo

http://dinheiro.br.msn.com/guias/casal-com-mesma-ocupa%C3%A7%C3%A3o-na-mesma-empresa-briga-menos

‘Ser fiel é tão arriscado quanto trair’, diz psicanalista Iara Biderman – Folha SP – Londres

Transcrito da Folha de SP – Seção: Equilíbrio e Saúde +Lidas – Ítem 2 – 30/11/2011 – 8h03

Autor de livros de sucesso, o psicanalista britânico Adam Phillips atrai leitores fugindo do jargão e tratando de temas como o flerte ou a gentileza, que não costumam receber atenção acadêmica. Suas obras, que combinam psicanálise, filosofia e literatura, são populares, mas ele mesmo, não. Nem e-mail tem. “Restringi ao máximo minhas formas de comunicação.”

Phillips trabalha agora em “Missing Out”, um livro sobre coisas que deixamos de lado na vida, a ser lançado no segundo semestre de 2012.

Nesta entrevista feita em seu consultório, em Londres, o autor de “Monogamia” fala sobre riscos da crença no “felizes para sempre”.*

Folha – Em “Monogamia”, o senhor diz que não há nada mais escandaloso do que um casamento feliz. Por quê?

Adam Phillips – O que amamos e odiamos num casamento feliz é ver nossos primeiros desejos e medos acontecendo na vida real. Toda criança começa seu desenvolvimento em uma relação monogâmica, com a mãe. E a maioria passa os primeiros 11, 15 anos da vida muito conectada a mãe e ao pai. É uma espécie de monogamia bissexual. Crescer é passar da necessidade de ter só uma pessoa para a necessidade de ter duas (mãe e pai) e a necessidade e a capacidade de se relacionar com várias.

Daí nossa tendência para a relação monogâmica?

A relação monogâmica é uma memória muito poderosa, é onde começamos. Hoje, muita gente acha difícil manter uma relação monogâmica. Queremos coisas opostas, desejamos coisas proibidas e não sabemos que queremos essas coisas. A cultura torna os desejos muito problemáticos. Muitas pessoas desejam um relacionamento monogâmico, apesar de não serem capazes de lidar com ele.

Quais são as maiores dificuldades da monogamia?

Os problemas surgem quando as pessoas desejam esse tipo de relacionamento, mas não conseguem realizá-lo. E para quem pensa que é isso o que deseja, mas descobre que não era o que queria.

A solução, no caso dessas pessoas, é a infidelidade?

Sim. E pode dar certo, mas sempre com conflito. Todo mundo tem ciúme sexual, ninguém suporta dividir seu parceiro de sexo. Alguns dizem que suportam, mas é impossível. Se amamos e desejamos alguém, não queremos dividi-lo com outros.

Isso tem a ver com a memória da relação entre mãe e bebê?

Sim. E também com o fato de termos necessidades e só determinadas pessoas poderem satisfazê-las.

Concorda com a tese de que mulheres são por natureza propensas à monogamia?

Acredito na teoria da evolução de Darwin, mas penso que evolução envolve cultura. Há boas explicações em termos de sobrevivência da espécie para sustentar que a mulher quer um homem para a vida toda e o homem deseja mais parceiras, mas não acho que a questão da sobrevivência seja a explicação final. Se fosse, a família nuclear seria a única coisa óbvia a se fazer.

Há diferentes formas de garantir a reprodução da espécie, há muitos jeitos de criarmos as crianças. E muitas formas de fazer sexo, não explicadas por essas teorias.

O senhor diz que uma sociedade sem a possibilidade de infidelidade seria perigosa…

Seria uma mentira. Colocaria pressão demais nos casais, obrigando um a ser tudo para o outro. É uma demanda moral irrealista. Outro perigo é a monogamia acabar com o desejo e virar uma prisão.

Acha a sociedade hipócrita em relação à monogamia?

Sim, se ela afirmar que é a única forma boa de relação para todos e o tempo todo.
Mas hoje também há muita gente dizendo que toda relação monogâmica é hipócrita, o que não é verdade. Para alguns, é um desejo genuíno, uma experiência real.

Tão real quanto traição?

As duas formas são construções sociais. O capitalismo trivializou a paixão, fez com que as pessoas se desiludissem em relação ao amor. Isso leva a pensar que as relações sexuais são algo que se compra no mercado só para levar a vida adiante. O capitalismo tenta dissuadir a criação de vínculos reais. E valoriza demais o prazer. E, para a psicanálise, o prazer é sempre um problema. Qualquer pessoa que te venda um prazer fácil está mentindo. Se o que queremos é prazer profundo, com troca entre pessoas, ele será difícil, cheio de conflitos.

Leia mais na Folha

Natal dos CSF

Natal é uma data que é difícil para muitos CSF por conta de ser o símbolo de união familiar. Em torno da árvore, presentes para os velhos pais e para as crianças, filhos de irmãos. Na mesa, em meio à alegria do reencontro de toda a família, o assunto, em geral — quando não lembra de membros da família, já falecidos — gira em torno das proezas escolares, das tiradas engraçadas e da beleza de filhos e netos.

Os CSF compram presentes, agradam o máximo que podem às crianças, mas, em geral, por falta absoluta de prática, não possuem aquele ” jeito” (ou paciência) que os pais e avós têm em lidar com os pequenos. Estes, parece que percebem rapidamente que aquele tio ou tia não entende nada de psicologia infantil e muitas vezes os ignoram.

Comigo aconteceu o seguinte: o filho do meu cunhado, até há uns dois anos atrás — quando tinha uns 3 ou 4 anos — chorava compulsivamente e saía correndo quando me via. Tudo bem que eu só aparecia de 2 em 2 meses, fato que poderia explicar esse estranhamento, porém esse sistemático pavor infantil à minha simples presença, me causava grande desconforto, pois simbolicamente era uma rejeição de todas as crianças à um membro de um casal sem filhos.

O tempo passou e, acreditem: de repente, o garoto passou do sentimento de medo para o de adoração. Hoje ele logo pergunta ” Cadê o tio Edson?”. Definitivamente, não consigo entender como essa transformação ocorreu. Não usei barba, não engordei ou emagreci, nem mudei o corte de cabelo… Bem, fiquei feliz com a mudança de comportamento do garoto, pois ninguém gosta de ser rejeitado publicamente. Em compensação, agora tenho de ter dose de paciência extra, pois o menino me persegue, querendo brincar o tempo todo.

Boas Festas a todos os CSF.

Dica de vinho para as festas

Em época de festas, com mais dinheiro no bolso, todos tendem a gastar mais do que deveriam. Para quem gosta de vinhos como eu, a procura de um bom-custo-benefício é constante, pois como cada garrafa é consumida numa simples refeição — antes que me chamem de alcoólatra, que fique claro que estou me referindo a duas pessoas — no mínimo — ok?

Existe muita gente leiga por aí que por desconfiança de rótulos mais em conta acaba comprando vinhos de mais de 50 reais, recomendados por vendedores de lojas especializadas, enquanto poderiam ter ótimos momentos proporcionados por este chileno LOS VASCOS, cabernet sauvignon – 2010 que, apesar de custar menos da metade deste valor, tem sabor encorpado mas conta com ótimo equilíbrio, não se assemelhando em nada a alguns chilenos jovens desta faixa de preço que, em geral, por motivo da sua juventude são  fortes demais.

Vindo de uma pequena e tradicional vinícula  da Província de Conchagua, vendida em 88 para o grupo Domaines Baron de Rothschild, que, pelo sabor deste vinho, pode-se dizer que está fazendo um excelente trabalho. Comprem para a ceia e vão fazer bonito no Natal.

Brasileiras engravidam menos e têm filhos cada vez mais tarde (IBGE- 2010)

Em matéria de O Globo de 17/11, de autoria de Bruno Góes, vi que a tendência mostrada no Censo 2010 de as mulheres engravidarem menos e terem filhos cada vez mais tarde veio pra ficar. Há uma década atrás, a média de filhos por casal era de 2,38 filhos. Hoje, não passa de 1,86. Sobre o fato dos filhos virem mais tarde, a presidente do IBGE, Wasmália Bivar afirma que se trata de uma boa notícia, pois mães mais velhas e com a vida mais estabilizada podem proporcionar melhor educação e futuro para as crianças. Por outro lado, o governo precisa se preparar para um maior contingente de aposentados, já que o índice de crescimento populacional daqui a uns anos pode chegar a zero. O grupo de mães acima dos 30 anos em 2000 era de 27, 6% e em 2010 é de 31,3% do total de nascimentos no país.  Outro dado da pesquisa foi o aumento de uniões não formalizadas, que subiu de 28,6% para 36,4%. Na matéria, há o exemplo de Isabela Ferreira, 34 anos, moradora da Zona Sul do Rio, que decidiu não ter filhos, apesar de adorar crianças. Afirma que hoje as pessoas estão mais independentes e assumem o que realmente querem da vida.

Filme crítica – Amanhecer / parte 1

O filme da série Crepúsculo ” Amanhecer – parte 1″ em cartaz em todo o Brasil, tem como atração o fato de algumas cenas terem sido filmadas no Rio de Janeiro. É engraçado ver o vampiro principal falando frases em português, porém o Brasil continua com a imagem de país do Carnaval e os dois únicos personagens brasileiros têm cara de índio. De qualquer forma há belas cenas de paisagens cariocas para compensar. O filme é para adolescentes e, sendo uma sequência, pode parecer incompreensível para quem não viu os  episódios anteriores. Os filmes de vampiro atuais são diferentes dos antigos. Agora vampiro pode andar de dia por aí e até ir à praia. Na minha infância, coitados, tinham de ficar em casa, trancados, vendo a sessão da tarde até que a noite chegasse, e aí sim, podiam sair para sugar o sangue de virgens, epa! hoje em dia iriam morrer de fome… Outra diferença é a mordida. Antes, só mordiam no pescoço e hoje mordem em qualquer lugar que der na telha. Voltando ao filme, o casamento de Bella, Kristen Stewart, com o vampiro, vivido por Robert Pattinson, foi bem produzido e a noite de núpcias rendeu boas risadas da plateia, pois a noiva teve de se desdobrar na arte da sedução, porque sexo para vampiro parece que não tem graça nenhuma. Tem também um bando de lobisomens inimigos e uma transformação impressionante da personagem principal à medida que a gravidez avança. Bella nunca ficou tão feia e magra nos outros filmes. Não se sabe se a atriz fez regime ou se tudo foi obra de Photoshop. Pelo menos, gravidez de uma relação com vampiro não engorda, emagrece. Resumo: só vale ver se você for adolescente e ingênuo o suficiente para acreditar em lobos que se comunicam em inglês.

Filme / Crítica ” A Pele que Habito” (La Piel que Habito)

Pedro Almodóvar surpreendeu a todos este ano em Cannes apresentando sua mais recente produção:  A Pele que Habito. Ao invés daquele tom alegre de seus filmes, veio uma temática diferente, um suspense com fortes doses de terror psicológico. Mas, ao se assistir à obra, vê-se que a alma de Pedro Almodóvar está presente, sim, no seu jeito peculiar de conduzir a trama, na luz, na trilha sonora (sempre brasileira) e na repetição de atores pelos quais o autor tem predileção, como Antônio Banderas e Marisa Paredes. A história foi inspirada na obra literária do escritor francês Thierry Jouquet, Tarântula, e traz como principal conteúdo, um grave questionamento sobre a masculinidade, através do personagem principal do filme, vivido por Banderas, um médico pesquisador sem escrúpulos e sem ética profissional. Por tudo isso, La Piel que Habito é um filme especialmente atraente para os fãs de Almodóvar, qualquer que seja a condição sexual do espectador.

Brasil melhora na igualdade entre sexos

Fiquei sabendo pelos jornais que o Brasil melhorou no ranking da igualdade entre os sexos do Fórum Econômico Mundial. Isso é bom, apesar de amargarmos o 82° lugar entre 135 países. Há curiosidades neste relatório, como a legislação sobre igualdade entre sexos no mercado de trabalho em 60 países, dos quais 88% têm leis proibindo a discriminação contra as mulheres, mas segundo uma das reportagens que li, a maioria dos países não tem meios de aferir se a legislação está sendo cumprida. Talvez essa melhora no ranking tenha a ver com a eleição de Dilma Roussef. Quanto à baixíssima taxa de participação política por parte das mulheres brasileiras, o fato se deve, segundo ainda os jornais, pela antiga legislação brasileira ter sido escrita por homens, numa época em que as mulheres tinham baixa escolaridade e como prioridade, as prendas domésticas.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.